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Sindetap convoca catadores a saírem do anonimato para se profissionalizarem

Jornalista: Jaqueline Baltokoski Meneses - MTB0008815/PR


Crédito: www.greenme.com.br

O Sindetap – Sindicato Nacional dos Decoradores e Tapeceiros – convida a todos os catadores de material reciclável para se profissionalizarem, saírem do “anonimato” social e integrarem cooperativas que serão administradas por eles mesmos, com propostas salariais no valor de um salário mínimo a R$5.000,00, mais benefícios.


Para reunir os catadores que realmente possuem interesse em se profissionalizar, o Sindicato cadastrou somente neste mês de março aproximadamente 900 catadores em grupos de WhatsApp para organizar a logística desse audacioso e promissor evento de apresentação da Proposta do Sindetap.


A palestra de apresentação inicial aconteceria no dia 30 de março, ministrada pelo diretor presidente do Instituto INER de resíduos sólidos, Dr. Jomateleno dos Santos Teixeira, em Curitiba, porém, devido as medidas de contenção de propagação do Coronavírus, de momento, o evento foi cancelado.


De antemão, o Sindicato informa que estará promovendo cursos técnicos e profissionalizantes na área de Decoração e Tapeçaria 100% gratuitos. Está incluso curso de Cidadania (direitos e deveres). No dia do Evento, será esclarecido o que é o Sindetap, a proposta em prol da classe dos catadores, e, o que é a COOPERINER.

Ao término do Curso, os próprios catadores, por meio de votação, elegerão as 40 pessoas que apresentarem melhor desempenho durante o Curso para serem profissionais em restauração de móveis e tapeçaria, e serem diretores cooperados da COOPERINER, integrando assim o Sistema INER de resíduos Sólidos.


Aqueles que não forem selecionados poderão trabalhar de forma autônoma, podendo contar com o auxílio do Sebrae para abertura de CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) e se tornarem Selecionadores de Riquezas. O salário da profissão nos CTT´s (Centros de Triagem e Transbordo) é de R$1.500,00 mais benefícios do regime CLT (Consolidação das Leis de Trabalho).


Crédito: Marcio Schenatto

O Dr. Jomateleno destaca que “este é um convite para novos horizontes e quebra de paradigma. A nova Lei nº 12.305/10 de Resíduos Sólidos prevê que os catadores sejam beneficiados, ela só não diz como, e até agora, ninguém conseguiu arrumar uma forma que não seja assistencialista de fazer isso. Nós, do Sistema INER de resíduos sólidos, acreditamos que encontramos essa forma. Acreditamos que assim como em todas as profissões, os catadores também precisam evoluir profissionalmente e como cidadãos”.

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